Ponta Delgada, Faial e Pico



Em maio fui até aos Açores dar uma volta. Afinal aquilo é como pintam, um paraíso em pleno oceano Atlântico. Tudo é verdejante e por onde quer que fosse havia Aloe Vera em qualquer canto. Aquilo que aqui plantamos com carinho lá nasce como uma praga.

O Pico é uma ilha preta como bréu. Negra racista. Pedras pontiagudas onde é impossível de caminhar sem calçado. Não há um único fóssil devido à natureza vulcânica dos sedimentos da ilha e no entanto ela consegue ser encantadora. Sabe-se lá como é que o homem conseguiu colonizar este rochedo mas foi uma das maravilhas humanas

Apaixonei-me fortemente pela Ilha do Pico. É um cenário imaginário preto-carvão completamente invulgar. Não é um desses postais de fachada desenhado para seduzir turistas, repleta de micro-empresas destinadas a obter o máximo lucro. Não, nada disso, é uma ilhota pitoresca, arrisco-me a adjetiva-la como desertica porque contam-se pelos dedos os restaurantes, as farmácias, as empresas de construção, se é que as há e os hospitais. Mas este último conta-se de mão fechada porque o hospital está a largos metros de travessia oceânica. Em Faial/Horta.

Num dia conseguimos dar a volta completa à Ilha. Como diria um amigo meu - "Que poder!" 

O que provar:
  • Lapas
  • Pescado
  • Posta de vaca
  • Hamburger de vaca
Restaurante: 
  • Cinq
  • Peter's





















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